Atenção para a Agenda de eventos do grupo Baquetá - Junho 2013
- Dia 02 - Domingo - 16:00
Apresentação do espetáculo "Um pouquinho de Brasil iá iá!" no galpão Thá Cultural
- Dia 16 - Domingo - 15:00
Oficina de Jongo no Centro Espiritualista Caboclo Tupinambá
- Dia 22 - Sábado - 15:00
II Oficina de Jongo na Casa Diferenciada Baquetá
- Dia 22 - Sábado - 19:00
Roda de Jongo na Casa Diferenciada Baquetá
- Dia 26 e 27 - Quarta e Quinta - diversos horários
Apresentações do espetáculo "Um pouquinho de Brasil iá iá!" no Colombo Park Shopping
Aguardamos a sua presença!!!
Até lá!!!
GRUPO BAQUETÁ
terça-feira, 28 de maio de 2013
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Grupo Baquetá apresenta o espetáculo:
Um pouquinho de Brasil, iaiá!
uma viagem pelas manifestações populares brasileiras

Quando: 02 de junho
Que horas: 16h
Onde? Galpão Thá Cultural (Rua Presidente Faria, 181 - Centro)
Entrada Franca
Classificação : Livre
Atores:
Guilherme Araujo
Kamylla Paola
Pedro Gonçalves
Diretor:
André Daniel
Realização: Galpão Thá Cultural
Apoio: Just'in Design
Um pouquinho de Brasil, iaiá!
uma viagem pelas manifestações populares brasileiras

Quando: 02 de junho
Que horas: 16h
Onde? Galpão Thá Cultural (Rua Presidente Faria, 181 - Centro)
Entrada Franca
Classificação : Livre
Atores:
Guilherme Araujo
Kamylla Paola
Pedro Gonçalves
Diretor:
André Daniel
Realização: Galpão Thá Cultural
Apoio: Just'in Design
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Baquetinhá no parque Tingui
Os gentes!
Olha como foi divertida a gravação do nosso vídeo lá no parque Tingui
Em breve faremos mais apresentações em parques!
Fotos: Leandro Araújo Moraes
Olha como foi divertida a gravação do nosso vídeo lá no parque Tingui
Em breve faremos mais apresentações em parques!
Fotos: Leandro Araújo Moraes
terça-feira, 14 de maio de 2013
Um 13 de maio jongueiro - BLOGUEIRAS FEMINISTAS
EXTRAÍDO DO BLOG: blogueirasfeministas.com
Um (brevíssimo) histórico da ressignificação da data
O dia 13 de maio é um dia de memória para o povo afro-brasileiro. Dizer que é dia de memória, ao contrário do que pode parecer, não significa simplesmente que é um dia importante que ficou no passado. A memória, seja a nossa individual ou a memória social, é um campo de disputas e ressignificações feitas a partir do presente. A estratégia da ressignificação, por sinal, tem sido muito usada pelos movimentos sociais ao longo da história: os oprimidos se apropriam de palavras utilizadas para subjugá-los e transformam seu significado. Foi assim que o movimento cultural da negritudetransformou o termo “negro” em uma palavra de orgulho. É também assim que o termo “vadia“, ainda altamente pejorativo, tem sido usado como arma de movimentos de mulheres contra a opressão machista e a cultura do estupro.
O processo da abolição da escravidão no Brasil (último país independente das Américas a executá-la), assim como tantos outros processos históricos no nosso país, foi marcado por contradições. Mas a narrativa histórica clássica da libertação dos escravos pela benevolente Princesa Isabel foi amplamente contestada pelo movimento negro brasileiro — mais intensamente a partir dos anos 70 pra cá. A ressignificação, nesse caso, foi uma inversão de sujeito e objeto: Não foi o sujeito “Princesa Isabel” que executou a ação “assinar” o objeto “lei Áurea”, mas o sujeito “Escravos e negros brasileiros” que executou a ação “conquistar” o objeto “liberdade”. Essa mudança pode parecer bastante óbvia pra alguns, mas não é tão consensual assim. Como exemplo, podemos fazer um paralelo, novamente utilizando o gramatiquês, com uma argumentação tosca e mesquinha, mas bastante propagada, contra as cotas raciais. Ela nega que o sujeito “Negro” executou a ação de “conquistar” o objeto “vaga na universidade/cargo público”, alegando que o sujeito “Governo” executou o verbo “dar” o objeto “esmola indevida”.
A transformação do sentido do fim da escravidão no Brasil, de concessão real à conquista popular, fez com que o 13 de maio tenha se transformado em um dia de luta. A nova perspectiva sobre a memória da abolição negou a festa da liberdade e revindicou a denúncia da opressão racista que persiste na atualidade e de uma abolição que, concretamente, nunca se realizou por completo. Nos anos que precederam o centenário da abolição, em 1988, diversas entidades do movimento negro organizaram marchas intituladas ”Cem Anos Sem Abolição” em protesto à proposta do governo federal em realizar uma série de eventos para celebrar a data. Em contrapartida, a luta anti-racista no Brasil abraçou o 20 de novembro, tido como a data de morte de Zumbi dos Palmares, como um dia mais apropriado para celebrações — e também, sempre, para reivindicação e luta política.
Grupo cupuaçu - São Paulo - SP
o Grupo Cupuaçu, Centro de Estudos de Danças Populares Brasileiras, é o resultado natural do crescimento de um trabalho de pesquisa em danças populares realizado por um grupo de pessoas de diversas formações: atores, arquitetos, artistas plásticos, capoeiristas, dançarinos, educadores, estudantes, músicos e profissionais liberais que se aglutinaram aos alunos das aulas de danças brasileiras, ministradas pelo músico, compositor e dançarino, TIÃO CARVALHO no Curso de Formação de atores do Teatro VENTOFORTE.
Saiba mais no site: grupocupuaçu.org.br
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Fotos da oficina de Jongo - Maio 2013
Fotos: Jeanine Sehnene
Salve tod@s Jongueir@s!
Fotos: Jeanine Sehnene
Fotos: Jeanine Sehnene
Fotos: Jeanine Sehnene
E não faltou fogueira!!!
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